Como evitar virose: 7 dicas sobre sinais, contágio e a importância da higiene das mãos

Conteúdo incluído em: 12/01/2026

 5 min

Assunto 

  • Febre

O início do ano letivo pode ser um período desafiador para pais e responsáveis, em que sintomas como espirros, tosse e queixas gastrointestinais se tornam mais comuns entre os pequenos.1

Isso ocorre, em grande parte, porque a aglomeração de muitas crianças no mesmo ambiente por longos períodos, como na sala de aula ou no transporte escolar, facilita a transmissão de doenças infectocontagiosas.1 Esse adoecimento é comum na infância, um período em que o sistema imunológico ainda está em amadurecimento e, muitas vezes, a criança tem o seu primeiro contato com determinados vírus.1

Essa realidade é amplificada pelo número crescente de crianças que recebem cuidados diários fora de casa, em ambientes coletivos como creches e pré-escolas.2

Para ajudar você a navegar por essa fase com mais tranquilidade, preparamos um guia completo com dicas práticas e essenciais de prevenção.

O que é uma virose e por que ela é tão contagiosa em crianças?

O termo “virose” é uma maneira geral de se referir a diversas doenças que são causadas por vírus, os quais podem infectar as células do nosso corpo e provocar uma série de sintomas.3 Existem centenas de vírus, sendo os mais frequentes em quadros de rinofaringite aguda (termo que abrange o resfriado comum) o rinovírus, coronavírus e o vírus sincicial respiratório (VSR).4

A transmissão acontece de pessoa para pessoa, seja por meio de gotículas respiratórias no ar quando alguém infectado tosse, espirra ou fala,3 ou pelo contato direto com secreções como saliva e muco.3

O contágio também pode ocorrer de forma indireta. Muitos vírus sobrevivem em objetos e superfícies por longos períodos.3 O toque nessas superfícies, seguido pelo contato das mãos contaminadas com olhos, nariz ou boca, pode resultar na infecção.3,4

Crianças pequenas são especialmente suscetíveis por terem hábitos que facilitam essa disseminação, como levar mãos e objetos à boca e ter um contato interpessoal muito próximo.2 É por isso que o contágio é tão significativo em ambientes como creches e escolas.4

Saiba mais sobre virose em crianças.

Quais são os principais sinais de virose para ficar de olho?

Os sinais de virose podem variar bastante, dependendo do vírus envolvido e da parte do corpo afetada.3 Geralmente, os quadros de rinofaringite podem começar com dor de garganta, coriza, nariz entupido e espirros.4

Entre os sintomas mais comuns, estão também a febre, que pode ser de baixa a alta intensidade, e a fadiga, uma sensação de cansaço extremo que pode persistir mesmo após outros sintomas desaparecerem.3

Dores no corpo, tanto musculares quanto articulares, também são frequentes, assim como a dor de cabeça.3

É fundamental ficar atento a outros sintomas que possam surgir, como tosse, diarreia e vômitos.5

Criança pequena vista de costas, lavando as mãos com bastante espuma de sabão em uma pia de banheiro branca, demonstrando a importância da higiene.

Como evitar virose: 7 dicas práticas e essenciais de prevenção

1. A importância da higiene das mãos: o passo fundamental

A higiene das mãos é considerada a medida mais eficaz para prevenir e controlar infecções.6

Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete, ou usar álcool em gel 70% quando há sujidade, é uma prática simples que pode salvar vidas.3,6

Ensine as crianças a higienizar as mãos principalmente após tossir ou espirrar, usar o banheiro e antes das refeições.3

2. Cuidado com o contato direto e o compartilhamento de objetos

Incentivar as crianças a não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, copos, alimentos e material escolar, é outra medida preventiva importante.1

Além disso, é crucial evitar o contato próximo com pessoas que já estão doentes para diminuir as chances de propagação do vírus.3

3. Manter os ambientes arejados e limpos

Manter os ambientes da casa e da escola bem ventilados ajuda a dispersar os vírus presentes no ar.1

É igualmente importante limpar e desinfetar regularmente superfícies e objetos que são tocados com frequência, como maçanetas, brinquedos, corrimãos e teclados, para eliminar germes que possam ter se depositado ali.1,3

4. Fortalecer o sistema imunológico com alimentação e sono

Um sistema imunológico forte prepara o corpo para combater doenças como gripes e resfriados.7 Para isso, é fundamental garantir que as crianças tenham uma alimentação nutritiva e balanceada, rica em vitaminas e minerais.7

Além da alimentação, uma rotina de sono regular e adequada é essencial para ajudar a garantir uma melhor imunidade e deixar o retorno às aulas menos desgastante para os pequenos.1

5. A hidratação como aliada da saúde

Oferecer líquidos com frequência é fundamental, especialmente quando as crianças estão doentes, pois elas tendem a não beber muita água.8

Manter o corpo bem hidratado é crucial, e um bom indicativo é observar se a criança está urinando pelo menos a cada oito horas, o que sugere que a ingestão de líquidos está no mínimo necessário para a hidratação.8

6. Manter a carteira de vacinação em dia

A vacinação é uma das intervenções de saúde pública de maior impacto na prevenção de doenças infectocontagiosas.1

Manter a caderneta de vacinas da criança atualizada é a principal recomendação para prevenir ou reduzir a gravidade de diversas doenças virais, como sarampo, caxumba e catapora.1

7. Ensinar a etiqueta da tosse e do espirro

Uma medida simples e eficaz é a etiqueta respiratória: ensinar as crianças a usar um lenço descartável ou a parte interna do braço para cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.1 Essa prática ajuda a evitar que gotículas com vírus se espalhem pelo ambiente.3

Mão de um adulto segura um termômetro marcando febre em frente a uma menina deitada na cama com a mão na testa, aparentando estar doente.

A criança ficou doente, e agora? O que fazer nos primeiros sinais

Mesmo com todos os cuidados, as crianças podem ficar doentes. Nesses casos, o tratamento da virose busca aliviar os sintomas, já que os antibióticos não funcionam contra vírus.3 As medidas mais importantes são garantir o repouso, para que o corpo possa combater a infecção, e oferecer bastante líquido, como água e sucos, para prevenir a desidratação.3

Para o controle de sintomas como febre e dores, analgésicos de venda livre podem ser utilizados, sempre seguindo as instruções de dosagem corretas.3

No entanto, a decisão de medicar não deve se basear apenas no termômetro. Se a criança está com temperatura acima de 37,8°C, mas continua brincando e animada, talvez não seja necessário medicar. Por outro lado, se ela está mais "caidinha" e desanimada com a mesma temperatura, o uso do antitérmico é recomendado.5

É importante observar o estado geral da criança. Uma criança com febre pode se comportar normalmente, mas se ela parecer pouco alerta, não responder bem aos estímulos, ou apresentar respiração acelerada e com esforço, é hora de procurar atendimento médico.8

Conclusão

Cuidar da saúde das crianças é um esforço contínuo, e diante do risco de infecções em ambientes coletivos, as medidas de controle são indispensáveis.2

Ações simples, como a correta higiene das mãos, quando feitas no momento certo, são um gesto de cuidado que pode salvar vidas.6

Adotar essas práticas no dia a dia é a melhor forma de garantir que as crianças cresçam saudáveis, fortes e prontas para aproveitar cada momento.

Conteúdo gerado usando inteligência artificial.

MAT-BR-2505219-1.0-11/2025

 

Sobre o autor

Novalgina®

Todo o conteúdo do blog Novalgina® é cuidadosamente elaborado e revisado por nossa equipe de especialistas. Com a confiança de uma marca com mais de 100 anos de história no cuidado das famílias brasileiras, nossa missão é oferecer informações claras e seguras sobre dor e febre, para que o bem-estar permita que você esteja sempre presente para quem ama.