PARA QUE SERVE NOVALGINA

NOS CASOS DE DOR E FEBRE

Dor e febre nem sempre estão associadas, mas ambas indicam que algo não está bem no organismo.

Dor

Denomina-se dor a experiência de sensações e emoções desagradáveis relacionadas a um ferimento real ou possível de ser desenvolvido nos tecidos1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem feito um esforço para melhorar o diagnóstico correto e o tratamento das dores2. Houve um consenso entre especialistas para que fossem desenvolvidas três diretrizes distintas para dor aguda, dor crônica maligna (incluindo dor em pacientes com câncer e HIV) e dor crônica não maligna2.

Dor de Cabeça e Enxaqueca

Outras instituições também se dedicam a caracterizar a dor e a orientar abordagens adequadas e de forma específica:

  • A dor aguda é caracterizada por seu início recente, passageiro e, geralmente, de causa identificável3
  • A dor crônica, ou dor persistente pode ser descrita como contínua ou recorrente, que ultrapassa o curso habitual de doença aguda ou recuperação de lesões, perdura mais de 3 a 6 meses e afeta negativamente o bem-estar do indivíduo3.

Dentro dos dois diferentes tipos de dores, indivíduos podem identificar graus de intensidade variada, que vão desde dores leves, passando por moderadas até intensas4.

Entre todas as dores catalogadas pela ciência, uma das que mais assolam a humanidade é a enxaqueca, distúrbio caracterizado por ataques de dores de cabeça de intensidade moderada a intensa. De acordo com um estudo realizado pela OMS, enxaqueca é uma das doenças crônicas mais incapacitantes. Somente na União Europeia, 1 milhão de pessoas têm um ataque agudo de enxaqueca todos os dias e 100 milhões de dias de trabalho ou escolares são perdidos4.

Um estudo clínico realizado com dipirona 1G levou em consideração os pacientes que relataram crises de enxaqueca com intensidades de dor de cabeça moderada ou intensa. Após uma única administração, a Dipirona promoveu resultados significaticamente superiores ao placebo no alívio ou na completa eliminação da dor em todas avaliações de dor efetuadas após 1 a 4 horas4.

O tratamento para esse tipo de dor pode incluir a terapia preventiva com o objetivo de reduzir a frequência e a gravidade das crises, bem como o uso de terapia com medicamentos para acabar ou minimizar essas crises dolorosas.

A dipirona também se mostrou mais eficaz do que o paracetamol no alívio da dor após a extração dentária, e em pacientes que fizeram um procedimento chamado episiotomia, que nada mais é do que uma incisão cirúrgica feita na mulher com o objetivo de alargar o canal vaginal para o momento do parto.

A dipirona demonstrou superioridade analgésica de forma significativamente mais eficaz do que o paracetamol em todas as avaliações até 4 horas após a cirurgia de extração dentária e nas avaliações até 6 horas na episiotomia, tanto em grupos de pacientes que relataram dores moderadas como em quem relatou dores intensas4.

Febre

Não há unanimidade sobre a definição exata da febre. Há certa convergência de autores classificando como febre a temperatura axilar acima de 37,2ºC, ou retal acima de 38ºC6.

A elevação da temperatura pode ser causada por agentes infecciosos como micróbios e bactérias, além de fungos e suas toxinas. Entre as causas não infecciosas da febre estão o uso de drogas e antígenos, que induzem o corpo a produzir substâncias proteicas que estimulam o aumento de temperatura, resultando na febre6.

Há um consenso na comunidade científica de que, usualmente, a febre que ultrapassa 72 horas não é de causa viral e a febre acima de 39,5°C acompanhada de tremores de frio sugere infecção por bactérias6.

A Novalgina é um medicamento antitérmico e analgésico, à base de dipirona, eficaz no controle da febre e da dor7. Se os sintomas não desaparecerem após o uso do medicamento, procure a orientação de um médico e farmacêutico7.

Referências bibliográficas:

  1. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Dor Crônica / Ministério da Saúde - Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
  2. WHO normative guidelines on pain management. Report of a Delphi Study to determine the need for guidelines and to identify the number and topics of guidelines that should be developed by WHO. Report prepared by Prof Neeta Kumar, WHO Geneva, 2007.
  3. American Chronic Pain Association - ACPA Resource Guide To Chronic Pain Treatment - 2016 Edition. [Internet ]. Rocklin, Califórnia (EUA). [acesso em 2017 jun 13] Disponível em: https://www.theacpa.org/uploads/documents/ACPA_Resource_Guide_2016.pdf
  4. Tulunay FC, Ergün H, Gülmez SE, Ozbenli T, et al. The efficacy and safety of dipyrone (Novalgin) tablets in the treatment of acute migraine attacks: a double-blind, cross-over, randomized, placebo-controlled, multi-center study. Funct Neurol. 2004 Jul-Sep;19(3):197-202.
  5. Jiménez JG, Patino RF, Vera JC, et al. Clinical Efficacy of Mild Analgesics in Pain Following Gynaecological or Dental Surgery : Report on Multicentre Studies.Br J clin Pharmac. 1980; 10: 355S-358S.
  6. Murahovschi, J. A criança com febre no consultório. J Pediatra (Rio J) 2003; 79 (Supl.1):S55-S64
  7. Novalgina. [Bula]. Suzano – SP: Sanofi – Aventis Farmacêutica LTDA; 2017.

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Veja também:

  1. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde. Dengue- diagnóstico e manejo clínico (adulto e criança). [Internet]. Brasíilia-DF:5ºedição; 2016. [acesso em 2017 mai 24]. Disponível em: http://www.saude.go.gov.br/public/media/ZgUINSpZiwmbr3/10900120219262619909.pdf
  2. Ministério da Saúde (Brasil), Portal da Saúde. Manejo Clínico. [Internet]. Brasília. [acesso em 2015 dez 22]. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/1139-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/zika/17874-manejo-clinico
  3. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde. Febre de Chikungunya-manejo clínico. [Internet]. Brasília-DF; 2015. [acesso em 2017 mai 30]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/febre_chikungunya_manejo_clinico.pdf