PARA QUE SERVE NOVALGINA

NOS CASOS DE DENGUE

O QUE É

A dengue é uma doença infecciosa, febril e aguda, causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.1 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a doença transmitida por mosquitos que mais se espalha pelo mundo.1

SINTOMAS

A enfermidade resulta em diferentes apresentações clínicas e, muitas vezes, com uma evolução e resultado imprevisíveis, caracterizada por febre aguda e com dois ou mais dos seguintes sintomas: náuseas, vômitos, vermelhidão na pele, dor de cabeça, dores nos olhos, muscular e nas articulações, além de outras complicações.2

Caso o paciente não melhore após o quadro febril, deve-se suspeitar da progressão da doença, que pode evoluir para o quadro grave, causando hemorragias e podendo levar até a morte.2

São considerados casos suspeitos de dengue, sem sinais de alarme

  • Quem vive em áreas de transmissão ou viajou para áreas de ocorrência de dengue nos últimos 14 dias2 e apresenta febre de 2 a 7 dias de duração e pelo menos duas das seguintes manifestações:
  • Náusea.
  • Vômitos.
  • Dor de cabeça.
  • Dor atrás dos olhos.
  • Dor nas articulações.
  • Vermelhidão na pele.
  • Pontos vermelhos na pele.
  • Prova do laço positiva (teste de fragilidade dos vasos sanguíneos).
  • Diminuição da contagem de glóbulos brancos.

Qualquer criança de área de transmissão de dengue com febre aguda de 2 a 7 dias de duração sem sintomas de infecção aparente.2

Dengue com sinais de alarme2

É todo caso de dengue que, no período de declínio da febre, apresenta um ou mais dos seguintes sinais de alarme:

  • Dor abdominal intensa e contínua ou dor a palpação do abdome.
  • Vômito persistente.
  • Acumulação de líquidos (no abdome, pleuras e no revestimento do coração).
  • Hemorragia (sangramento) de mucosa.
  • Letargia/inquietação.
  • Queda de pressão repentina ou desmaios.
  • Inchaço/aumento do fígado maior que 2 cm.
  • Aumento progressivo do hematócrito (contagem de glóbulos vermelhos).

Dengue grave

  • Choque* ou dificuldade respiratória por causa de hemorragias.
  • Hemorragia grave avaliada por um médico.
  • Órgãos comprometidos, como fígado (insuficiência hepática), sistema nervoso central (alteração da consciência) e coração (miocardite).

(*) O choque ocorre quando um volume crítico de plasma é perdido através do extravasamento, o que geralmente ocorre entre os dias quatro ou cinco (com intervalo entre três e sete dias) de doença, geralmente precedido por sinais de alarme. O período de extravasamento plasmático e choque leva de 24 a 48 horas, devendo a equipe assistencial estar atenta à rápida mudança das alterações hemodinâmicas.3

No caso da dengue, o choque se estabelece rapidamente e tem curta duração, podendo piorar o estado clínico do doente em poucas horas ou a sua recuperação ser rápida, após terapia antichoque apropriada.3

Dor de Cabeça e Enxaqueca

COMO TRATAR4

  • Beber muito líquido, como água, soro caseiro, sucos de frutas e chás.
  • Repousar bastante.
  • Para combater febre alta e dores no corpo, o Ministério da Saúde recomenda o uso de analgésicos e antitérmicos, com exceção do ácido acetilsalicílico e ibuprofeno.
  • É de extrema importância manter o tratamento até que o ciclo do vírus termine.

COMO PREVENIR4

  • Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada, e não jogar o lixo em terrenos baldios.
  • Encher com areia os pratos de plantas até a borda.
  • Manter bem tampados os barris e tonéis de água.
  • Não deixar acumular água em pneus e outros recipientes expostos ao ar livre.

Referências bibliográficas:

  1. Organização Mundial da Saúde (OMS). Dengue - Guidelines for diagnosis, treatment, prevention and control. [Internet] France – New Edition; 2009. [acesso em 2017 jun 12]. Disponível em http://www.who.int/tdr/publications/documents/dengue-diagnosis.pdf
  2. Pan American Health Organization. Tool for the diagnosis an care of patients with suspected arboviral diseases. [Internet]. Washington, D.C., 2017. [acesso em 2017 jun 12]. Disponível em http://iris.paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/33895/9789275119365_eng.pdf
  3. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde. Dengue - diagnóstico e manejo clínico (adulto e criança). [Internet]. Brasília-DF:5ªedição; 2016. [acesso em 2017 mai 24]. Disponível em: http://www.saude.go.gov.br/public/media/ZgUINSpZiwmbr3/10900120219262619909.pdf
  4. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde. Dengue - Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue [Internet]. Brasíilia-DF: 1ª edição; 2009. [acesso em 2017 jun 12]. Disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_prevencao_controle_dengue.pdf

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Veja também:

  1. Ministério da Saúde (Brasil), Portal da Saúde. Manejo Clínico. [Internet]. Brasília. [acesso em 2015 dez 22]. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/1139-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/zika/17874-manejo-clinico
  2. Ministério da Saúde (Brasil), Secretaria de Vigilância em Saúde. Febre de Chikungunya-manejo clínico. [Internet]. Brasília-DF; 2015. [acesso em 2017 mai 30]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/febre_chikungunya_manejo_clinico.pdf